Widgetized Section

Go to Admin » Appearance » Widgets » and move Gabfire Widget: Social into that MastheadOverlay zone

A delegação alemã no Sínodo está a serviço da revolução sexual?

Mathias von Gersdorff (*)

Conferencia Episcopal alemaRoma, 17 de outubro de 2015 – Na segunda semana do Sínodo da Família (5 a 25 de outubro) foram tratados temas candentes, como a comunhão aos divorciados recasados, a homossexualidade etc.

Muitos padres sinodais manifestaram-se sobre esses temas. A agudez das tomadas de posição de ambos os lados deixou claro que a frincha que divide o Sínodo se torna cada vez maior.

Pode-se entrementes falar de uma verdadeira polarização: de um lado estão os progressistas, que expressam de modo cada vez mais claro sua intenção de mudar a doutrina da Igreja a respeito de matrimônio e da sexualidade, e cujos principais expoentes são os delegados da Conferência Episcopal Alemã e o arcebispo Blase Cupich, de Chicago.

Do outro lado encontram-se os conservadores, que defendem a doutrina católica e a Fé a ela correlata. Os mais importantes representantes deste segundo grupo são os representantes da Europa do Leste – principalmente os poloneses – e os da África.

No centro está o grande grupo dos indecisos.

É tão grande no momento o número de tomadas de posição, de ideias diferentes, de métodos de ação e propostas, que mal se pode ter uma visão de conjunto.

Contudo, uma coisa pode ser constatada: a linha de separação das diferentes facções no Sínodo corresponde à sua respectiva posição em face da revolução sexual segundo as máximas dos movimentos inspirados pela Revolução da Sorbonne de 1968.

Infelizmente neste ponto a delegação alemã está na dianteira, dando um péssimo exemplo.   Os bispos alemães exigem em suma a aceitação da revolução sexual pela Igreja Católica. Concretamente isso significa a aceitação de parcerias extraconjugais, do segundo casamento civil, das relações homossexuais etc.

Nos últimos dias, o cardeal Marx (novamente ele!) falou a favor da admissão à comunhão dos divorciados recasados. O bispo Bode, por sua vez, deseja ver salientados os “bons aspectos” dos “casamentos selvagens”.  A homossexualidade deveria ser reavaliada e classificada de modo correspondente.

Será que precisamos de um aparato eclesiástico capaz de disparar semelhantes ditos? Podemos ter algo mais barato por 1,80 euros. É o que custa um exemplar da revista juvenil “Bravo”.(1)

_______

1. Revista semanal alemã de conteúdo pornográfico.

_______

Mathias von Gersdorff(*) Mathias von Gersdorff, membro da TFP alemã, publicista de renome na Alemanha, é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM). 

Tradução do original alemão por Renato Murta de Vasconcelos

 

1 comentário para A delegação alemã no Sínodo está a serviço da revolução sexual?

  1. Mario Hecksher Responder

    23 de outubro de 2015 à 10:01

    Neste momento a Igreja necessitaria de um Papa de mão forte para impor a ordem. Lamentavelmente, não vejo em Francisco esta pessoa. Gostaria de estar enganado. Que a Virgem Santa proteja a nossa Igreja!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *