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A Face da Verdade — Novas pesquisas confirmam a veracidade do Santo Sudário

  • Heitor Abdalla Buchaul (*)

Desde o último dia 10 de abril, o Santo Sudário está exposto na catedral de Turim, sendo esperados mais de dois milhões de peregrinos e turistas que virão venerá-lo.

Em entrevista concedida ao jornal Belga “Lê Soir” (22-4-10) pela medievalista e pesquisadora dos arquivos secretos do Vaticano, Barbara Frale (foto), que publicou recentemente o livro: O Sudário de Jesus de Nazaré, depreendemos detalhes impressionantes que evidenciam sua autenticidade do tecido, que é considerado o mais analisado da História.

Quando perguntada sobre o famoso teste com carbono-14, ela diz que mesmo o criador do teste, o Prêmio-Nobel Willard Frank Libby tinha dúvidas, e havia prevenido que os resultados de suas análises não seriam confiáveis, pois era um tecido que havia sofrido muita contaminação, como por bactérias de origem recente e por um gás desinfetante.

Mas o ponto importante da entrevista foi quando ela afirmou que as novas pesquisas científicas permitiram descobrir sobre o Sudário traços de texto escritos em grego, latim e aramaico. “O primeiro que viu esses traços sobre o negativo, em 1978, foi um professor da Universidade Católica de Milão, Aldo Marastoni — especialista em textos latinos do primeiro século —, suas pesquisas foram confirmadas por André Marion e uma equipe de físicos franceses do Instituto d’Orsay, em 1994. […] Esses traços de texto escritos sobre papiros que foram colocados sobre o Sudário não são borrões, mas o resultado de uma reação química entre o ferro contido na tinta e uma matéria utilizada para embranquecer os tecidos. Comecei a estudar esses traços de texto em 1998 e descobri, após muita pesquisa e confrontações entre textos medievais e do primeiro século, que o texto era um certificado de sepultura de um homem, chamado Jesus, cidadão de Nazaré, sepultado à nona hora, quer dizer, no fim do dia, em conformidade com a lei na Jerusalém daquele tempo”.

Ela comenta outro detalhe interessante: “Por exemplo, os judeus eram enterrados às vezes com as mãos ao longo do corpo, outras com as mãos cruzadas, a direita sobre a esquerda, como em certas preces. A direita representando a misericórdia divina, a esquerda a justiça. O Homem do sudário tem a mão esquerda sobre a direita, como se não necessitasse dessa misericórdia, por ser perfeito”.

Quando perguntada se o Sudário realmente data do primeiro século respondeu: “Segundo todos os indícios de que dispomos – os traços de texto, o gênero de tecido, os restos de pólen de espécies desaparecidas; é certo que ele cobriu o cadáver de um homem chamado Jesus, condenado a morte e crucificado numa época e nas condições descritas nos Evangelhos, o resto não faz parte da ciência, mas da teologia e da fé de cada um”.

A pesquisadora disse que irá a Turim ver o que chama de “objeto verdadeiramente extraordinário […]. Um holograma com uma incrível capacidade de detalhes anatômicos; lá encontramos mesmo as impressões digitais de quem embrulhou o morto no Lençol”.

Mesmo com tantas evidências, alguns são céticos sobre a veracidade do Santo Sudário, preferindo desconsiderar o cientificismo que apregoam, quando este dá provas de uma verdade inconteste. Como Pilatos perguntam: “O que é a verdade?” E dão as costas para não ouvir a resposta…
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(*) Heitor Abdalla Buchaul é colaborar da ABIM

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