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Aborto — Infelizmente aconteceu-se o que se temia: o PLC 3/2013 foi sancionado

Paulo Roberto Campos

Da esq. para dir.: Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República), Alexandre Padilha (Ministro da Saúde), Eleonora Menicucci (Secretaria de Políticas para as Mulheres), concedem entrevista sobre o PLC 3/2013, sancionado pela Presidente Dilma Rousseff no dia 1º de agosto. [foto: José Cruz/ABr]

 

Mais um dia de luto na História do Brasil: 1º de agosto de 2013. Nesta data a presidente Dilma sancionou o PLC 3/2013 (Projeto de Lei da Câmara que amplia ainda mais os casos de aborto “legal” (sic) no Brasil), sem vetar qualquer artigo.

Dilma Rousseff não honrou a palavra dada por ocasião das últimas eleições, quando prometera que nada faria que facilitasse a ampliação da prática abortiva durante seu mandato. Lembrem-se que foi com tal promessa que ela obteve a vitória eleitoral…

Para aprovar o projeto abortista, a presidente não assinou com tinta extraída do sangue de inocentes abortados, mas perante Deus e a História ela ficou — assim como Herodes quando ordenou a “Matança dos Inocentes” — com suas mãos tintas de sangue. E com ela todos aqueles que favoreceram de forma sub-reptícia e na velocidade de um raio essa aprovação, principalmente o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e os congressistas petistas, como a deputada petista por São Paulo, Iara Bernardi.

O que dizer daqueles congressistas que não promoveram diretamente tal projeto, mas acabaram emitindo votos favoráveis, alegando que não perceberam a manobra, pois o projeto não empregava o termo “aborto”? Não perceberam que o texto abusava de eufemismos justamente com o objetivo de enganar e de não levantar reações daqueles que desejam evitar uma nova “Matança de Inocentes”? — Deus, que conhece o mais íntimo de todos os corações, saberá!

E o que dizer da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil? — Não pressionou o governo pelo VETO INTEGRAL do PLC 3/2013, como milhões de brasileiros pleiteavam. A CNBB pediu apenas o VETO PARCIAL…

Com receio de não obter da presidente Dilma o veto total do herodiano projeto, a CNBB pediu a ela que vetasse somente dois artigos do PLC. Resultado: preferindo ceder para não perder, a CNBB acabou por perder tudo, pois a presidente sancionou totalmente o projeto.

Inclusive foram feitos abaixo-assinados, um dos quais com milhares de assinaturas entregue diretamente na Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro, para que os bispos pedissem ao Papa Francisco, durante sua estadia no Rio, que exortasse a Presidente Dilma a VETAR TOTALMENTE o PLC.

Infelizmente aconteceu o que se temia: O pedido ao Papa Francisco não foi oficialmente transmitido pela CNBB e o Papa não falou com a Presidente sobre o tema.

Assim, a CNBB atuou nos meios católicos como “a voz que adormece e a mão apaga”. Ela trabalhou para “adormecer” e “apagar” a chama das boas reações que surgiram.

Se o Papa tivesse pedido à Presidente Dilma para não aprovar o projeto abortista, ela o teria sancionado? — Certamente não, pois não teria a ousadia de contradizer o Pontífice tão popular no Brasil. Se ele tivesse pedido o veto do projeto, a presidente não o teria assinado. “Roma locuta, causa finita” (Roma falou, a causa está encerrada) — ou seja, o veto total estaria garantido!

O pedido de milhões de brasileiros que defendem a moral e são contrários ao aborto não foi ouvido. Agora não se trata mais de um projeto. Tendo sido sancionado pela presidente, em 90 dias entra em vigor a lei: os hospitais da rede pública serão obrigados a “prestar atendimento emergencial e multidisciplinar às vítimas de violência sexual”; a encaminhar a mulher que alegar ser “vítima de violência sexual” a um serviço de “profilaxia da gravidez” (leia-se “aborto”); a aconselhá-la ao abortamento; bem como dar “informações às vítimas sobre os direitos legais e sobre todos os serviços sanitários disponíveis”, oferecendo-lhe, por exemplo, “contraceptivo de emergência” (leia-se “pílula abortiva”). A gestante sequer precisará provar que realmente sofreu “violência sexual”, ou ao menos apresentar um laudo do IML ou um BO.

Além de desonrar a palavra empenhada, Dilma Rousseff não quis “ouvir as ruas” — a voz de milhões de inconformados de todos os quadrantes do Brasil. O descontentamento desses inconformados em relação ao governo petista percorre o País, com manifestações alastrando-se por todas as partes sob o lema VEM PRA´RUA. Agora, com a nova e ignóbil lei imposta ocorrerá um aumento da “Matança de Inocentes” no Brasil. Devido a isso, seria bem o caso de novas manifestações, um de cujos slogans poderia ser o seguinte:

COM O ABORTO O PT QUER IMPEDIR BRASILEIROS DE NASCER / PORQUE SABE QUE COM O PT ELES NADA VÃO QUERER.

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