Acuadas na Colômbia, as Farc estendem articulações no Brasil

Após a liquidação do terrorista Reyes, nº 2 das Farc, morreu o chefe máximo dessa guerrilha narco-marxista, Manuel Marulanda Vélez, conhecido como Tirofijo. Em poucas semanas as Farc perderam também outros líderes: Iván Rios, morto pelos seus seguranças, e Nelly Ávila Karina, que se entregou ao exército, famélica e deprimida. Mono Jojoy, outro homem-símbolo das Farc, escapou de ser morto por seus seguranças, fuzilando-os. Acuada e dizimada na Colômbia, as Farc estendem suas articulações para países vizinhos. Em Rondônia, o secretário de Segurança, Cezzar Pizzano, declarou que as Farc e guerrilheiros peruanos do Sendero Luminoso treinam a violenta Liga dos Camponeses Pobres (LCP). Enquanto isso as esquerdas estão preocupadas em banir os arrozeiros da reserva Raposa/Serra do Sol. Lá provavelmente gostariam de criar um “não-país”, que servisse de base para a guerrilha, o narcotráfico e o tribalismo anárquico. (Agência Boa Imprensa)