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CARLOS MAGNO — Um modelo distante anos luz daquele imposto por Bruxelas

Julio Loredo

Carlos Magno

Carlos Magno, por Giacomo Jaquerio

Celebramos hoje, 28 de janeiro, mil e duzentos anos da morte do Imperador Carlos Magno (742-814 — homem tão grande que sua grandeza passou a fazer parte de seu nome. O culto litúrgico a ele é autorizado em algumas dioceses da Alemanha. Em Aachen, onde está enterrado, a liturgia é de primeira classe com oitava.

Na Alemanha, uma exposição itinerante sobre ele, com duração de um ano, atraiu milhões de visitantes. Um sucesso colossal que surpreendeu até os organizadores. Interessante, por exemplo, foi o grande número de grupos escolares presentes. Por sua vez, a exposição “Carlos Magno e a Suíça”, no Landmuseum de Zurique, obteve um êxito não menor. Na Itália, enquanto revistas especializadas como “La Civiltà Cattolica” publicavam ensaios sobre o ilustre personagem (Giancarlo Pani S.I., “Carlo Magno, un Padre dell’Europa”, Nº. 3926 del 18-1-14), até a imprensa quotidiana lhe dedicava extensos artigos (Giuseppe Galasso, “Carlo Magno, primo europeo”, “Corriere della Sera”, 26-1-14).

Numa época em que se discute tanto das raízes da Europa, Carlos Magno se distingue como o primeiro grande europeu. Um modelo distante anos luz daquele imposto por Bruxelas, e por isso muito interessante. O enorme e inesperado êxito que tiveram as várias exposições dedicadas a ele indicam que no mais profundo da alma europeia existe o desejo de alguma coisa de muito diferente daquilo que nos vem sendo imposto de modo cada vez mais ditatorial com a “União Europeia”.

Plinio Corrêa de Oliveira era um devoto entusiasta de Carlos Magno, que ele conheceu aos oito

Carlos Magno recebe Alcuino, por Victor Schnetz

Carlos Magno recebe Alcuino, por Victor Schnetz

anos, lendo uma biografia dele. Eis como ele mesmo conta o episódio de seu “encontro” com o Imperador:

http://www.atfp.it/2003/88-dicembre-2003/417-plinio-correa-de-oliveira-incontra-carlo-magno.html

Transcrevemos também alguns trechos de uma conferência do Prof. Plinio em 28 de janeiro de 1972:

http://www.atfp.it/biblioteca/articoli-di-plinio-correa-de-oliveira/101-santo-del-giorno/853-28-gennaio-carlo-magno.html

Habituados aos discursos políticos de hoje, não temos mais ideia do que possa ser um discurso de um Chefe de Estado verdadeiramente católico como foi Carlos Magno. Reproduzimos aqui o discurso que ele fez aos dignitários do reino no encerramento do Conselho Geral de Aachen, no ano de 802. Intitulado “Admoestação do Senhor Imperador Carlos”, ele foi pronunciado em latim, língua que Carlos Magno falava fluentemente. O discurso contém um verdadeiro programa de governo, fundamento de uma civilização na linha da Cidade de Deus descrita por Santo Agostinho:

http://www.atfp.it/2003/88-dicembre-2003/416-ammonizione-del-signor-imperatore-carlo.html

 

Assinatura do Imperador Carlos Magno

Assinatura do Imperador Carlos Magno

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