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Coincidências e “coincidências”…

Aspecto do interior de uma das igrejas destruídas, no Domingo de Páscoa, pelo terrorismo islâmico no Sri Lanka
Interior de uma das igrejas católicas destruídas pelo terrorismo islâmico no Sri Lanka
  • Carlos Vitor Santos Valiense

Quando criança, durante uma das aulas de música, a professora distribuiu um papel com a letra da canção Águas de março, composta por Tom Jobim, que começava assim:

É o pau, é a pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte…

Ah! Entendi morte…! O trecho dessa música pode resumir os últimos acontecimentos em todo mundo. Na América do Sul temos a Venezuela, por exemplo, padecendo de uma crise sem fim, fruto da utopia igualitária de um governo socialista, onde o seu povo vem tomando “sopa de pedras” literalmente, sem contar com as pauladas que o ditador socialista Nicolás Maduro dá em todos que tentam lutar por um prato de comida.

Na Europa, a França que representa um dos maiores marcos da civilização cristã vem se tornando uma fogueira de São João em decorrência de tantos incêndios… Para satisfação do estado islâmico — que comemorou a desgraça no coração dos cruzados — um incêndio “criminoso” ainda não esclarecido na Catedral de Notre Dame de Paris, uma joia gótica atingida por um fogo destruidor.

Já na Ásia, no antigo Ceilão, cujo nome oficial é República Democrática Socialista do Sri Lanka, o calvário se estendeu até na Santa Páscoa, quando igrejas católicas lotadas de fiéis celebravam a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo foram alvos de terroristas. Morreram quase 300 pessoas, tendo ficado ainda mais de 500 feridas.

Retorno a letra da música Águas de março, “é a vida, é a morte”. Foi na Páscoa da Ressurreição que esses fiéis seguidores de Jesus Cristo receberam a palma do martírio. O curioso da situação é que a polícia já suspeitava de um ataque às igrejas. Com efeito, dias antes a polícia havia encontrado 150 bananas de dinamite, além de uma bandeira do Estado Islâmico durante uma operação em Sammanthurai, no Leste daquele país…

Coincidências acontecem… Coincidentemente eu havia acabado de ler uma matéria antiga sobre coincidências da lavra do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, e publicada em “O Legionário” de 21 de outubro de 1945. Da matéria, reproduzo um trecho eloquente:

“Dir-se-á que esse documento [sobre a socialização dos meios de produção e distribuição] poderá interessar apenas à França […]. Entretanto, como é fácil de se verificar, são tantas as ‘coincidências’ entre essas medidas e o que vem sendo realizado em outras partes do mundo, que se chega à conclusão de se tratar de uma palavra de ordem geral, de uma instrução lançada a todo os quadrantes do globo”.

E o Prof. Plinio voltou a tratar da “coincidência” em outra matéria no mesmo periódico no dia 18-8-1946, quando escreveu:

“O pan-islamismo é um movimento genuinamente anticristão. Seu principal objetivo, o princípio em nome do qual levanta as massas, não é de modo algum a hegemonia política do mundo árabe, mas o ideal religioso de soerguer o mundo maometano. Quer organizar uma Liga das Nações Maometanas, para a grandeza da religião de Maomé. E odeiam o mundo cristão. Onde nos levará tudo isto?”

Seria audácia de minha parte querer responder a interrogação do clarividente professor, tantos anos depois? Repito a pergunta: “Onde nos levará tudo isto?” Seria levado a responde simplesmente: — Isto nos levará a uma próxima e grande coincidência!…

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