Widgetized Section

Go to Admin » Appearance » Widgets » and move Gabfire Widget: Social into that MastheadOverlay zone

“Devolvam o meu Brasil”: desafio a esta geração – II (Ainda sobre a brasilidade)

Quero meu país de voltaMarcos Machado

Estamos comentando o significado profundo de um slogan presente nas manifestações do Brasil autêntico que culminaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e na pressão pacífica e ordeira a favor da prisão de condenados em 2ª Instância: Devolvam o meu Brasil.

 

Um slogan malfazejo caiu por terra

Favorecida por pseudo-moderados de vários partidos, a esquerda — useira e vezeira de artimanhas e manobras de toda sorte, algumas delas já desmascaradas pela Lava Jato — tentava desanimar a reação com um slogan que foi finalmente vencido: “Neste país tudo termina em pizza”.

Graças a Deus, ponderável parcela da população, formada principalmente de jovens, bradou “Devolvam o meu Brasil” e derrotou a velha modorra, os céticos e os criptocomunistas. Um novo fator entrou em cena: foi-se o tempo em que tudo terminava em pizza.

Nossa vitória sobre o “efeito pizza” em nada se parece com a de Júlio César que, em missiva ao Senado Romano, assim descreveu sua vitória no Reino do Ponto: “Veni, vidi, vici” (Vim, vi, venci). Nós, brasileiros, vencemos de outro modo.

Todos sabemos que a regeneração do Brasil, após dezenas de anos de desagregação moral, social, institucional (a era petista foi o último e pior estágio) não se fará à maneira do imperador romano: “Vim, vi, venci”.

 

Regenerar a brasilidade: desafio desta geração

Sem dúvida, a renovação da classe política, já defendida em livro de vasta repercussão nacional por ocasião de Constituinte 1988, tomou redobrada atualidade em vista dos escândalos financeiros que ainda sacodem o País.1

Entretanto, a regeneração da brasilidade não se fará principalmente na esfera política, nas leis ou nos decretos. Em célebre conferência proferida em Belo Horizonte contra a Reforma Agrária de Jango, Plinio Corrêa de Oliveira relatou a pergunta que fez a um líder esquerdista de então, por ocasião de um debate: “O senhor quer me fazer a gentileza de dizer qual é o seu programa para a solução dos problemas sociais? E ele [um demagogo ao estilo petista, diríamos nós] dizia: ‘Eu não quero outra coisa senão o bem de todos’. Se não fosse violar as regras da cortesia que até aos demagogos se devem, eu gostaria de dizer a ele o seguinte: ‘O senhor é legislador; o senhor teria coragem de fazer uma lei assim: Artigo 1º: Fica estabelecido o bem de todos… [risos prolongados] Artigo 2º: Revogam-se as disposições em contrário…”.

A regeneração do tecido social brasileiro não se fará, como dissemos, à maneira de Júlio César. As gerações precisam ser formadas com base nos princípios morais. É preciso revitalizar os pilares da nacionalidade: tradição, família, propriedade. Recomendamos aos nossos leitores os artigos do Prof. Plinio sobre os valores básicos da nossa civilização.2

 

Uma sábia ação descentralizadora

“Mas, seria o caso de se perguntar se, depois de alguns anos de violentíssima torção de toda a vida econômica e social, a verdadeira sabedoria não consistiria, ao menos em larga escala, em abster-se em matéria econômica e social de novas intervenções falseadoras, permitindo que a liberdade e espontaneidade de ação dos particulares reconduzisse lentamente a sociedade a um regime real e não fictício, espontâneo e não forçado, vital e não apenas artificial?”

Julga o leitor que esse trecho ajudaria nossos futuros governantes no processo de dessocialização do Brasil?

Essa sábia ação descentralizadora precisa ser cobrada de nossos candidatos. Assim se ajuda a construir o Brasil. Por aí encontraremos a nossa brasilidade.

Quando foi escrito, quem é o autor? Voltaremos ao tema.

____________

1.http://www.pliniocorreadeoliveira.info/Constituicao_0000indice.htm#.WtVJjojwYuU

  1. http://www.pliniocorreadeoliveira.info/FSP%2069-04-24%20Familia.htm#.WtUlh4jwYuU

1 comentário para “Devolvam o meu Brasil”: desafio a esta geração – II (Ainda sobre a brasilidade)

  1. Luiz Guilherme Winther de Castro Responder

    10 de Maio de 2018 à 13:05

    O que têm na cabeça vários bispos e padres que defendem petistas (para mim: petralhas) e o “ícone” demoníaco que se considera líder do partido, que na verdade não é partido político,mas sim, apenas uma organização criminosa. Como diria o macaco do famoso programa humorístico: “Não precisa explicar, eu só queria entender!”
    Não implico apenas com essa abominável organização, tenho de reconhecer que outras muitas também não merecem crédito algum. Políticos sérios eu sei que existem, mas, passando na peneira, sobrariam alguns poucos, acredito eu!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *