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Invasão da Europa como no fim do Império Romano?

Revista Catolicismo, Nº 778, outubro/2015

Imigração

A Alemanha espera 800 mil refugiados em 2015. Somente até meados de setembro, 264,5 mil imigrantes cruzaram o Mediterrâneo rumo à Itália e à Grécia, e muitos milhares afogaram-se na viagem. A Grécia recebeu mais refugiados em julho do que em todo ano de 2014. Mas como não tem condições para acolhê-los, eles prosseguem rumo a países mais prósperos. A Macedônia não consegue detê-los. A Hungria enviou 2.000 policiais à fronteira e ergueu uma barreira de arame farpado, que logo foi violada. A Eslováquia só receberá imigrantes cristãos. A Dinamarca impediu a entrada de trens provenientes da Alemanha. Na França, os imigrantes se congregam em pontos estratégicos, como na entrada do túnel submarino para a Inglaterra. A História se repete. No período medieval, ondas bárbaras invadiram o poderoso Império Romano, desorganizaram suas colossais estruturas, provocando sua ruína.

2 comentários para Invasão da Europa como no fim do Império Romano?

  1. Ignacio Barandiarán Responder

    19 de outubro de 2015 à 17:40

    Esta invasión promocionada por la secta de los Bergoglianos forma parte del Nuevo Orden Mundial.

  2. Jorge Luiz Ferreira Gonçalves Alho Responder

    20 de outubro de 2015 à 16:43

    As ações de acolhimento de imigrantes que cruzam o Mediterrâneo, por parte dos países europeus, ressaltam o importante aspecto humanitário, porém nos remete a outro bastante preocupante, ou seja, a real possibilidade do risco de islamização do continente europeu, cuja concepção religiosa poderá fluir persuasivamente, de maneira perigosa por todo o ocidente, gerando, ainda, formas diferentes e conflitantes no pensar e no agir das pessoas. Possibilidade nada remota, já que a história revela a importância desse luminoso continente no desenvolvimento das mais variadas regiões do mundo, em suas culturas, em seus sistemas políticos, econômicos etc., cujas nações carregam consigo valores inegociáveis, herdados desse continente outrora cristão, este podendo, ainda, ser reconhecido como centro histórico e cultural da humanidade, havendo de se considerar, por fim, suas descobertas científicas, grandes invenções e avanços tecnológicos. Contudo é prudente atentar para a possibilidade de que o velho continente europeu venha a se apresentar de forma vulnerável diante dos grandes desafios que poderão advir da necessidade de lidar com o proselitismo religioso, se expondo, tal como uma chaga aberta e desprotegida diante de males que podem acarretar dilaceração; pois se apresenta propenso à dissipação de bens inestimáveis, já que tem negado seu passado, suas raízes, se esvaziando de sua história e abdicando de sua identidade gloriosa, ao ponto de negar em si a presença do Deus verdadeiro, D’Aquele que o tornou tudo que ele é hoje.
    Logo, com base em tais reflexões, caberia indagar se todo o êxodo dos imigrantes que invadem a Europa nos dias de hoje, já não seria para cumprimento dos desígnios de Deus intervindo na história da grande nação europeia, agraciada com tantas luzes, mas que agora manifesta sua apostasia?

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