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Milagres da fidelidade católica sob a bota comunista

Wang Jie é um diácono católico da Igreja clandestina chinesa, nascido numa região de maioria pagã. Ele conta que sua mãe adoeceu e os hospitais não conseguiam curá-la. A família, atraída por uma cruz, acabou batendo à porta de uma igreja católica, onde pediram auxílio a uma freira, sob cujos cuidados a mãe não tardou a se restabelecer. A religiosa falou para eles da fé, ​​e todos pediram o batismo. Seus pais ofereceram uma dependência da casa para servir de seminário clandestino, que nela funcionou durante uma década. É através dos sacerdotes que os católicos se conhecem, pois colocam as famílias em contato umas com as outras, e Wang decidiu estudar para o sacerdócio. “Nós ligamos e informamos que um ‘amigo’ está vindo para jantar. Isso significa que o padre virá celebrar a Missa. Não podemos falar explicitamente, porque os comunistas podem estar nos ouvindo”, disse o sacerdote. Ele vive sob permanente risco de prisão, mas se consola com as palavras de Tertuliano: “O sangue dos mártires é semente de novos cristãos”. Nos locais de controle, “seguro o meu passaporte nas mãos, começo a rezar à Virgem Maria: Minha mãe, ajudai-me. Minha mãe, ajudai-me’. E tudo sempre vai bem, Deus sempre me ajuda”. Os católicos “vivem a fé graças ao Terço, à Virgem Maria, mantêm sua fé graças a Ela”.

1 comentário para Milagres da fidelidade católica sob a bota comunista

  1. MARIO HECKSHER Responder

    1 de agosto de 2019 à 17:15

    Um relato estimulante. Nossa Senhora, Mãe do nosso Salvador, certamente está cuidando dos católicos chineses. O mal não vencerá!

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