Na Venezuela, a grande fome bolivariana do século XXI

Na Venezuela, a grande fome bolivariana do século XXI

Os venezuelanos só podem comprar produtos básicos nos mercados estatais em função do número do RG. Nas segundas-feiras, só compradores cujo RG termina em zero e um. A polícia proibiu as filas noturnas, pois havia manifestações de descontentamentos e brigas. Dispositivos de segurança armados em torno dos supermercados e das lojas impedem que se fotografem as filas, as prateleiras vazias, as pessoas brigando, amontoando-se ou correndo em função dos boatos. A agricultura só atende 40% das necessidades do país. A Sorveteria Coromoto, que outrora entrou no Livro dos Recordes por oferecer centenas de sabores peculiares, fechou por falta de leite. O McDonald’s deixou de vender batatas fritas porque não há mais batatas no mercado. Enquanto isso — parece ironia, mas não é –, o presidente Maduro assinou contrato com o emir do Qatar [foto] para lhe vender alimentos! O socialismo do século XXI está cumprindo o que prometeu: a miséria cubana já pode ser degustada na esquina ou diante da geladeira vazia.

Um comentário para "Na Venezuela, a grande fome bolivariana do século XXI"

  1. Paulo C. Barreto   8 de março de 2015 at 21:52

    Gostaria de parabenizar-vos pelo excelente de trabalho que fazeis em defesa da sanidade espiritual, moral, cultural, política e material de nosso País.

    Vossas matérias e artigos suprem, no meio virtual, uma carência sentida no meio real, qual seja a de informações confiáveis sobre os desastres provocados pelos socialo-comunistas mundo a fora.

    Agradeço-vos e peço a Deus que vos proteja.