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O CASO MINDSZENTY

Esse martirizado prelado não dobrou os joelhos diante da tirania vermelha e resistiu admiravelmente à Ostpolitik vaticana de aproximação com os regimes comunistas.

Esse martirizado prelado não dobrou os joelhos diante da tirania vermelha e resistiu admiravelmente à Ostpolitik vaticana de aproximação com os regimes comunistas.

 

A duríssima situação dos católicos perseguidos na China comunista está na ordem do dia, e vem a propósito recordar um grande herói que resistiu à política de aproximação com o comunismo, sendo por isso preso e torturado: o Cardeal József Mindszenty (1892-1975), Arcebispo de Esztergom e Primaz da Hungria. Esse martirizado prelado não dobrou os joelhos diante da tirania vermelha e resistiu admiravelmente à Ostpolitik vaticana de aproximação com os regimes comunistas.

Devido a essa resistência, foi destituído por Paulo VI de sua arquidiocese.1 Comentando o seu caso, Plinio Corrêa de Oliveira escreveu para a “Folha de S. Paulo” (31-3-1974) o artigo intitulado Ao grande criador do caso imenso, do qual reproduzimos o trecho abaixo.

 

O Cardeal Mindszenty é acolhido pela TFP venezuelana no aeroporto de Caracas

O Cardeal Mindszenty é recepcionado pela TFP venezuelana no aeroporto de Maiquetia (Caracas, 1975)

No panorama da geral devastação, o Cardeal Mindszenty se tem erguido como o grande inconformado, o criador do grande caso internacional2, de uma recusa inquebrantável que salva a honra da Igreja e do gênero humano. O seu exemplo — com o prestígio da púrpura romana intacta nos ombros do robusto pastor valente e abnegado — mostrou aos católicos que não lhes é lícito acompanhar as multidões que vão dobrando o joelho ante Belial.

Assim, para a figura do egrégio purpurado se voltam as vistas admirativas dos sócios e militantes da TFP e organizações afins, nas Américas e na Europa. Empolgados pela atitude santamente intrépida do ex-Arcebispo de Esztergom, os presidentes dessas entidades lhe enviamos uma mensagem conjunta3 (vide link abaixo). Estou certo de que incontáveis leitores gostariam de a ter assinado, muitos com seu sangue; ou com suas lágrimas, sangue de suas almas. O sangue da alma do herói de Esztergom e dos que pela Terra inteira sofrem em uníssono com ele. Sangue a que foi dado, desde Abel até o fim do mundo, o poder — maior do que qualquer outro poder — de subir ao Céu e de clamar diante de Deus.

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Notas:

  1. A respeito do Cardeal Mindszenty, o “The Sunday Telegraph”, de Londres, publicou em 15-9-1974: “Os dois grandes tormentos do Prelado: crucificado pelo Kremlin e traído pelo Vaticano”.
  2. No dia 10 de janeiro último, em audiência privada, o Papa Francisco disse ao Cardeal Zen: “Não criem outro caso Mindszenty!” — referindo-se aos bispos chineses que, assim como o Cardeal Mindszenty, estavam resistindo ao regime comunista (Cfr. “Settimo Cielo”, 29-1-18).
  3. http://www.pliniocorreadeoliveira.info/FSP%2074-03-31%20Ao%20grande.htm#.WrO239T4_IU

2 comentários para O CASO MINDSZENTY

  1. Antonio Jamesson Nascimento Responder

    13 de Abril de 2018 à 3:44

    Que o Espírito Santo que move a Igreja ilumine e inspire o Papa Francisco, Vigário de Cristo na terra e que busca fazer sua parte na petição de Cristo ao Pai, antes de seu sacrifício salvador: “Pai, que todos sejam um”. Que o Espírito Santo sustente e anime o Cardeal Zen e Nossa Senhora lhe acompanhe para que ele tenha o discernimento claríssimo do que fazer! Se o Espírito Santo quiser que venha outro “caso Mindszenty” que venha e sirva de exemplo e testemunho da fé inabalável em Jesus Cristo, nosso Salvador, que deu a vida por nós e que, ao questionar-se sobre os homens, fez apenas uma consideração: “será que quando eu voltar encontrarei a fé? Tudo concorre para a graça de Deus! “No final, meu coração triunfará”! Que assim seja, nossa Mãe da Misericórdia!!!

  2. MARIO HECKSHER Responder

    14 de Abril de 2018 à 19:52

    O que deseja o atual Papa quando abraça o corrupto e ateu comunismo chinês?

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