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O Concílio Vaticano II – Uma história nunca escrita

Paulo Henrique Chaves

O Concílio Vaticano II – Uma história nunca escrita

No site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira já se encontra o anúncio (foto) convidando os seus leitores a se inscreverem para as conferências que entre os dias 8 e 15 de dezembro fará no Brasil o renomado historiador italiano Prof. Roberto de Mattei, autor do livro O Concílio Vaticano II – Uma história nunca escrita, no qual discorre sobre os bastidores do Concílio Vaticano II.

No Rio de Janeiro (dia 8/12): Windsor Flórida Hotel, Rua Ferreira Viana, 81 – Flamengo.

No Recife (9/12): Auditório do Círculo Católico de Recife – Rua Riachuelo, 105 – 10 º andar.

Em Brasília (10/12): Livraria Cultura.

Em São Paulo (12/12): Club Homs, Avenida Paulista, 735.

Para se inscrever e assistir a uma dessas conferências, click em:

http://www.simsim-naonao.com.br/clientes/ipco/conteudo.php?CT=32&TE=31&PA=31

Agraciado com o prêmio Acqui Storia 2011 — da secção histórico-científica e finalista do Prêmio Pen Club Italia do mesmo ano, O Concílio Vaticano II – Uma história nunca escrita continua sucesso de vendas na Europa, pois ajuda a compreender não apenas os acontecimentos de ontem, mas também os problemas religiosos na Igreja de hoje, isto é, o que aconteceu em meados do século XX que afetou tão profundamente a Igreja Católica e ainda se reflete em nossos dias.

O concílio Ecumênico Vaticano II, o 21° na História da Igreja, foi inaugurado por João XXIII em 11 de outubro de 1962 e encerrado por Paulo VI em 8 de dezembro de 1965. Para o Prof. Roberto de Mattei, o que era para unir a Igreja Católica em todo o mundo acabou se transformando em motivo de discórdia entre algumas autoridades eclesiásticas.

Roberto De MatteiUma leitura surpreendente! É o que pensará o leitor ao percorrer O Concílio Vaticano II – Uma história nunca escrita (544 páginas). Segundo o autor, o período que se seguiu o Concílio não representou para a Igreja uma primavera, mas, como reconheceram o próprio Paulo VI e seus sucessores, um período de crises e dificuldades nos âmbitos doutrinário e litúrgico.

O autor propõe uma visão histórica do que aconteceu, recorrendo para isto a documentos de arquivos secretos, testemunhos e correspondências dos que participaram do evento.

Para ele, a polêmica em torno do Concílio Vaticano II se deve justamente à ausência de definições doutrinárias, e até hoje o debate da interpretação de alguns textos sagrados e históricos está em curso, pois muitos não concordam com ingredientes modernos acrescentados nas doutrinas da Santa Igreja Católica.

Alguns temas tratados no Concílio que foram e são motivos de discórdia envolvem os rituais da missa, os deveres de cada padre, a liberdade religiosa, a relação da Igreja com os fiéis, e os costumes da época.

Nascido em Roma (1948) e formado em Ciências Políticas na Universidade La Sapienza, Roberto de Mattei é professor de História da Igreja e do Cristianismo na Universidade Europeia de Roma, de cujo departamento de Ciências Históricas é diretor. Foi durante vários anos vice-presidente do Conselho Nacional de Investigação da Itália e conselheiro do governo italiano para questões internacionais entre 2002 e 2006.

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( * ) Paulo Henrique Chaves é escritor e colaborador da ABIM.

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