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O doce armamento cubano

Hélio Dias Viana

Os organizadores do “Brasil carinhoso” — carinho que dispensamos de bom grado, pois ao lado dessa máscara está a sanhuda “Comissão da Verdade” para perseguir todos os anticomunistas — devem se enternecer com o verdadeiro carinho com o qual as autoridades comunistas cubanas tratam seus armamentos; carinho tão grande que elas os protegem com açúcar!
É o que acaba revelar a recente apreensão, no Canal do Panamá, do navio norte-coreano Chong Chon Gang (acima e ao lado), que transportava 10 mil toneladas de açúcar procedente de Cuba. Só que, tal como acontece com os contrabandistas de drogas, por debaixo desse carregamento havia 240 toneladas métricas de armamento defensivo, composto, segundo a imprensa, de dois complexos mísseis antiaéreos Volga e Pechora, nove foguetes em partes e peças, dois aviões Mig-21 Bis e 15 motores deste tipo de avião.
As autoridades panamenhas apelaram à comunidade internacional para que enviassem técnicos ao país a fim de examinarem o armamento, descrito depois por Havana como sendo material bélico fabricado em meados do século XX e que necessitava de reparação. A Coreia do Norte está proibida pelos órgãos internacionais de importar e exportar armamentos, exceto armas leves.
Mas sobre esse escândalo envolvendo os dois países comunistas mais fechados do mundo a Irmandade Bolivariano-petista não se manifestou. Ela cujos sequazes ficaram tão assanhados pelo sucedido ao avião de Evo Morales, que sua gritaria foi semelhante à de um bando de macacos quando alguém pisa no rabo de apenas um deles: todos companheiros berram…
Agora imagine o leitor o contrário, o que aconteceria se um carregamento americano análogo fosse apreendido nessas circunstâncias…
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Hélio Dias Viana é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)

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