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O papel dos “sapos” em prol do socialismo

Hélio Dias Viana

Agencia Boa Imprensa 

         “Sapo” era a designação dada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira àquelas pessoas ricas que colaboravam com o socialismo e comunismo, indo assim, pelo menos na aparência, contra seus próprios interesses.

“Pelo menos na aparência”, sim, pois na realidade tais pessoas, uma vez implantado o regime comunista, passariam a fazer parte da Nomenklatura, a classe privilegiada que não sofre, como o restante da população, das agruras desse regime antinatural.

Pensei nisso vendo o político da base aliada e macroempresário brasileiro Blairo Maggi sorridente em Cuba, ao lado de Raul Castro e de Lula, dois inimigos viscerais da propriedade privada e do agronegócio, e amigos de todos os ditadores de esquerda.

Agencia Boa ImprensaMas quando se trata de reerguer a economia cubana da ruína acarretada pelo comunismo, vale tudo, pois tal regime não pode deixar de existir. Primeiro foi o governo brasileiro com o Porto de Mariel. Agora chegou a vez da iniciativa privada, por enquanto com conselhos. Semelhante ao sucedido na China, que continua comunista graças à “generosidade” de “sapos” do mundo inteiro, que para lá transplantaram seus negócios movidos a trabalho escravo.

Pois bem, a visita de Blairo a Cuba acontece no momento em que a outrora riquíssima Venezuela arde de indignação pela carência geral dos bens mais básicos – fruto do regime socialista de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, apoiado com unhas e dentes por Lula e pelo PT –  e quando militares cubanos agem livremente ali, coadjuvando a violenta repressão à população venezuelana, com vários mortos. Ou ainda quando médicos cubanos são enviados como escravos ao Brasil, enquanto a fiscalização cai em cima do produtor brasileiro em sua insaciável caça ao “trabalho escravo”…

Mas o Sr. Blairo parece tão à vontade como se estivesse na Suíça, conversando com pessoas normais, e não com um carrasco sanguinário e expansionista de Cuba, aonde foi conduzido por um comunista mentiroso e dissimulado que se valeu de um grande empresário brasileiro, hoje falecido, para chegar ao poder e nele se manter. A história estaria se repetindo?

Que tal sugerir ao Sr. Blairo de ir à Ucrânia — possuidora das melhores terras do mundo — para dar conselhos econômicos a seu novo governo, a fim de que este possa permanecer fora do jugo de Putin?

 _________  
(*) Hélio Dias Viana é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)

2 comentários para O papel dos “sapos” em prol do socialismo

  1. Manoel Ricardo da Rocha Fiuza Responder

    1 de março de 2014 à 11:40

    Não encontro palavras para elogiar o acerto e oportunidade deste artigo! Vamos divulga-lo e…arquiva-lo.

  2. Plinio G. Prado Garcia Responder

    1 de março de 2014 à 14:40

    Tal como a cobra, que tem língua bifurcada, não se pode acreditar nessa gente que chama de democracia o que não passa de ditadura.

    Gente que fala em eliminação da sociedade de classes para implantar um regime em que haja apenas duas classes sociais: as dos “comandantes” e a dos comandados (o povo); a dos dirigentes e beneficiários do partido único e a outra que a eles deve se curvar, como se fossem lacaios do estado opressor.

    Tenho dito que Cuba, sob o regime castrista, não passa de um latifúndio improdutivo da família Castro.

    Não é de estranhar esse “amor” do PT e de demais partidos de esquerda pelo “socialismo” que oprime os direitos e as liberdades individuais, mas premia “os companheiros”, inclusive os que sejam apenas “companheiros de viagem” ou meros oportunistas, como o “ilustre empresário” nessa visita ao “comandante” Fidel, que outros, em Cuba, já chamam de “coma andante”.

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