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“Odeio a classe média”

Pe. David Francisquini (*)

Marilene Chauí

Circulou e ainda circula pela internet um vídeo no qual a Profa. Marilena Chauí – sob os olhares complacentes, gargalhadas e aplausos do Sr. Lula da Silva [foto acima]—, afirmou odiar a classe média pelo fato de a mesma ser conservadora, fascista, terrorista, petulante, estúpida, ignorante, de ser um atraso de vida, e outras coisas mais (www.youtube.com/watch?v=uhpsgGjDuI4).

Referiu-se ainda ao programa “bolsa família” como representando grande avanço na liberdade e emancipação da mulher, por ter contribuído para mudar o conjunto de relações interpessoais e alterar a maneira tradicional de configuração da família trabalhadora no Brasil, deixando em consequência a mulher financeiramente autônoma do marido.

Para a intelectual revolucionária, apresentada como figura exponencial do pensamento filosófico do PT, tal conquista da mulher representou uma vitória mais importante do que 60 anos de luta feminista, portanto uma ação “maravilhosa” do governo petista na mudança de mentalidade da conservadora sociedade brasileira a justo título herdeira dos princípios cristãos.

O que se depreende de sua conferência é a luta de classes condenada pelos papas de Leão XIII a Bento XVI, pois o mandado divino que impõe ao casal a união em um só corpo para constituir uma só família ficou fragmentado em decorrência da ideia de o Deus transcendente, regulador de todas as coisas, ter deixado de ser o centro da vida do homem.

São Paulo afirma que a mulher não deve se separar do marido e que, se o fizer, fique sem casar ou se reconcilie com ele. Por sua vez, o marido não deve repudiar a sua mulher. Mas, com a nova doutrina, a mulher deve ser independente, dona de seu próprio dinheiro, totalmente livre, e não deve dizer ao marido o que ela faz ou deixa de fazer.

A proposta da professora da USP e amiga do PT se contrapõe ao ensinamento contido na Sagrada Escritura, que manda a mulher estar sujeita ao marido, e este de amar a sua esposa, como Cristo ama a Igreja. Fácil concluir que a mulher pode se tornar um corpo estranho dentro do lar quando declara sua rebeldia e sua revolta a um ditame divino.

Irrisão! Ao introduzir o programa “bolsa família”, o PT não faz senão fragmentar a família, instituída por Deus para a perpetuação da espécie humana e comparada por São Paulo à figura e imagem da Igreja em relação a Jesus Cristo. Disto a professora petista não só passa recibo, mas se gaba, regozijando-se em destruir.

A professora da USP odeia a classe média por ser veículo da tradição e de valores morais e psicológicos, por constituir um fator de equilíbrio da sociedade. Na epístola aos efésios, São Paulo pede mais uma vez que todos obedeçam aos seus senhores temporais com reverência e solicitude, com sinceridade de coração, como se servissem ao Senhor, e não aos homens.

“E vós, os senhores, fazei o mesmo com eles, pondo de parte as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles quanto vosso, está nos Céus e que não faz acepção de pessoas” (Efésios, 6, 1-9). Nota-se que o PT ensina, pela palavra e pelo exemplo, o ódio, a desarmonia, a rixa, a falcatrua e a libertinagem; um partido ateu e materialista, que prega o ódio e a luta de classes.

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(*) Sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria (Cardoso Moreira – RJ) é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM).

1 comentário para “Odeio a classe média”

  1. Raquel Fernandes Responder

    25 de fevereiro de 2015 à 18:35

    Excelente artigo.Estávamos precisando de uma palavra para entender essa senhora cidadã que falou com tanta estupidez e ênfase “EU ODEEEEEEIIIIOOOOOOOOOO A CLASSE MÉDIA”, esquecendo-se que é a classe que paga os impostos, gera emprego, sustenta o seu emprego na USP e, principalmente a máquina do governo.

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