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Peça blasfema Jesus Cristo Superstar: “Tentativa satânica de ridicularizar o Homem-Deus”

Paulo Roberto Campos

Jesus Cristo Superstar

       Em 1972, a peça-rock “Jesus Cristo Superstar” foi representada pela primeira vez no Brasil. Trata-se de uma encenação repugnante e blasfema que deturpa gravemente a passagem do Homem-Deus pela Terra, onde morreu para nossa salvação.

Jesus Cristo Superstar       Lamentavelmente, no dia 14 de março, tal encenação voltou ao cartaz em nosso País. Desta vez, no teatro “Tomie Ohtake” na capital paulista [foto ao lado].

Todo verdadeiro católico considera as blasfêmias um insulto à Religião e a tentativa de inimigos da Fé de achincalhar os símbolos cristãos. Como sabemos, o blasfemador viola diretamente o primeiro preceito do Decálogo (“Amar a Deus sobre todas as coisas”) e o segundo (“Não tomar seu santo nome em vão”).

Assim, em repúdio a essa peça que ultraja a figura sacrossanta de Nosso Senhor Jesus Cristo — bemJesus Cristo Superstar como para desagravar o Divino Redentor ofendido de modo infame — o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira esta organizando protestos, sempre em atos pacíficos, diante do mencionado teatro [foto ao lado]. Também vem fazendo campanha em logradouros da capital paulista de distribuição de um manifesto contra a encenação “Jesus Cristo Superstar”. E ainda promove um abaixo-assinado no mesmo sentido, que já alcançou 40 MIL firmas. Ele será remetido à ministra da cultura, Marta Suplicy, pois a peça é favorecida por verbas públicas e, como afirma o Instituto, “Não se pode promover atentados contra a Fé dos brasileiros sob pretexto de promover a cultura!”. Para participar da petição click no site: www.ipco.org.br

Jesus Cristo SuperstarPesquisando algum pronunciamento de Plinio Corrêa de Oliveira (1908–1995) [foto ao lado] por ocasião da estreia dessa peça teatral no Brasil em 1972, encontrei uma declaração dele que bem expressa sua repulsa, manifestada enquanto Presidente do Conselho Nacional da TFP.

Ele classificou a encenação “Jesus Cristo Superstar” como “Exemplo do subdesenvolvimento mental do ‘hipismo’, numa tentativa satânica de ridicularizar o Homem-Deus”.

Convidado pela imprensa a opinar sobre a ópera-rock, o Prof. Plinio afirmou que só trataria do assunto em consideração ao repórter, pois “torpezas desse gênero não merecem comentário”.

E acrescentou: “Considero a peça destinada a lançar sobre a figura divinamente majestosa de Cristo o ridículo e a irrisão. ‘Jesus Cristo Superstar’ não se sustenta sequer como trabalho artístico”.

 

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