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Quo vadis, Domine? (Aonde vais, Senhor?)

Paulo Roberto Campos

Agencia Boa Imprensa

“Reverente e Filial Mensagem

a Sua Santidade o Papa Francisco

do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança”

Com o título em epígrafe, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, no dia 8 de fevereiro, enviou ao Papa Francisco uma mensagem revelando respeitosamente suas perplexidades e as de inúmeros brasileiros.

Perplexidades essas causadas com a acolhida dispensada pela Santa Sé ao MST e à Via Campesina — movimentos revolucionários que pregam a luta de classes no Brasil e pretendem implantar no País um regime comunista, análogo ao que domina a infeliz e miserável Cuba, num sistema semelhante ao da escravidão.

Movimentos que combatem obstinadamente a propriedade privada, inclusive por meio de ações violentas, são convidados a participar de reuniões em importantes organismos da Santa Sé e um deles é recebido pelo Pontífice” — afirma Dom Bertrand.

Para ler a íntegra do importante documento do Príncipe Imperial do Brasil click aqui.

Agencia Boa Imprensa

3 comentários para Quo vadis, Domine? (Aonde vais, Senhor?)

  1. Abel de Oliveira Campos Responder

    10 de fevereiro de 2014 à 16:57

    Até que enfim falou uma voz equilibrada sobre um assunto que estava sendo um sufoco para os verdadeiros católicos. E que põe nos seus devidos termos, com todo o respeito devido a um representante de Nosso Senhor na Terra, as estranhezas causadas por certas atitudes do Papa Francisco I. Não posso acreditar que Francisco I não saiba quem é Stédile, ele, que tem mostrado tanta condescendência para a Teologia da Libertação. Se não conhece, como é que ele foi convidado para palestras na Academia Pontifícia de Ciências, inclusive com passagem paga?
    Se dúvida houver a respeito desse sinistro personagem, sugiro lerem uma reportagem da VEJA de 15 anos atrás, mas que está mais atual que nunca.
    Forneço o link a quem possa interessar: http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx (Procurar pela edição de 3/6/1998).

  2. Ignacio Barandiarán Responder

    10 de fevereiro de 2014 à 18:24

    La verdad es que me parece un poco subrealista el hablar a un hereje como si de un Papa se tratase. Hay gente que no sólo se disfraza en carnaval!

  3. Manoel Ricardo da Rocha Fiuza Responder

    11 de fevereiro de 2014 à 0:39

    A súplica que faltava
    Manoel Ricardo da Rocha Fiuza

    Estávamos assistindo ao Brasil e com ele a América Latina serem arrastados para as profundezas abissais do lamaçal vermelho, de maneira trágica e quase irremediável, sem que se notasse uma oposição eficaz e integral como esta situação dramática e aflitivamente exigia. Alardeava-se o perigo da “cubanização” de nossa Pátria aos quatro ventos, o que não deixa de ter um grande mérito. Mas, “Le constat n’est pas le combat”(o constatar não é combater).
    Eis que “cessa tudo o que a antiga musa canta que um valor mais alto se alevanta!”: – a palavra sacral e aguerrida do nosso Príncipe Imperial, Dom Bertrand de Orleáns e Bragança exarada na “Reverente e filial mensagem à sua Santidade o Papa Francisco”. Gesto sábio, providencial e necessário, que certamente concorrerá para barrar a comunistização da Terra de Santa Cruz. Atitude de uma grandeza e alcance, de momento, imponderáveis. Gesto profético que faz lembrar a ação de Moisés abrindo o Mar Vermelho para que o Povo Eleito escapasse de ser chacinado pelas tropas do Faraó. O Brasil e a América Latina se encontram num beco sem saída. Muitas de suas lideranças temporais e espirituais, em vez de conduzir este aprisco predestinado ás verdes pastagens, tangem-no para as fauces do lobo, e do lobo vermelho e sanguinário. Príncipe bendito, que Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rainha e padroeira do Brasil lhe proteja e abençoe os passos. Que a Virgem Mãe de Guadalupe, excelsa padroeira de todas as Américas alargue e fecunde sua atuação. E assim venha logo o triunfo do seu Imaculado Coração previsto em Fátima.

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