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Relações Brasil-EUA

Na visita de Bolsonaro ao Túmulo do Soldado Desconhecido no Cemitério de Arlington (EUA), homenagem também ao Brasil

O que pensava Plinio Corrêa de Oliveira a respeito de tais relações que tanto incomoda a esquerda mundial?

 Marcos Machado

A recente visita oficial do presidente Bolsonaro acompanhado de vários Ministros aos EUA, a distinção e acolhida norte-americana proporcionada à delegação brasileira, os acordos estabelecidos ou em andamento produziram desconcerto da esquerda nacional e internacional.

Uma esquerda míope e canhestra, antibrasileira antes de tudo, procura desfocar um dos objetivos da viagem que é a aproximação de dois gigantes de orientação antissocialista.

Comentou o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira a conservadores americanos que visitaram a TFP brasileira na década de 80: “desejamos um certo teor de relação entre EUA e a América do Sul; nós achamos que esse teor de relação está comprometido por duas péssimas manobras: no Brasil, uma ação anti norte-americana, [que tomou toda a sua força hostil nos governos petistas]; nos Estados Unidos, pela ignorância e pelo desinteresse em relação à América do Sul”.

Soam nesse sentido as recentes palavras do Presidente e a do Chanceler Ernesto Araújo: “a integração latino-americana era considerada algo para blindar a América Latina da influência dos Estados Unidos. Claramente, nós não queremos que o Mercosul se torne um instrumento contra os Estados Unidos, como ocorreu em governos recentes no Brasil”*

Como acentuou o Prof. Plinio, auguramos também que cesse, nos Estados Unidos, essa “ignorância e desinteresse em relação à América do Sul.

A pressão da China e da Rússia comunistas na América Latina, lançando aqui seus tentáculos envenenados, só faz clamar por essa estreita relação Brasil-EUA.

*   *   *

Não somos políticos, nem diplomatas, nem empresários. Nossa especialização é cultural, nossas raízes são cristãs, nossa orientação político-social é antissocialista e anticomunista baseada no ensinamento tradicional dos Papas.

Vemos, pois, com o maior interesse essa nova aproximação Brasil-EUA. Esse é o ponto de incidência que as esquerdas procuram silenciar ou denegrir; nós, pelo contrário, vamos somar as qualidades e formar um bloco coeso, tradicional e antissocialista. O que só engrandece nosso País!

A Virgem de Guadalupe, Padroeira das Américas ilumine, abençoe e dê forças a nossos dirigentes rumo à nossa gloriosa missão.

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(*) https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/03/18/mercosul-se-tornou-instrumento-para-manter-eua-longe-da-america-latina-diz-ernesto-araujo.ghtml

1 comentário para Relações Brasil-EUA

  1. Chauke Stephan Filho Responder

    28 de maio de 2019 à 16:01

    Se os Estados Unidos atacarem o Irã, Trump estará provando que não passa de mais um lacaio judeu a ocupar a presidência daquele país para submeter e explorar povos mais fracos.

    Nesse caso, Trump, seus invasores, seus aliados dentro e fora dos Estados Unidos, todos e tudo quanto estiver a serviço dos agressores serão alvo legítimo de qualquer contra-ataque, seja por que meio for, seja onde for.

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