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Sodoma e Gomorra realmente existiram?

“A destruição de Sodoma e Gomorra”, pintura do artista inglês John Martin (1852). Retrata a destruição das duas cidades por castigo de Deus, conforme registra o Gênesis, devido à prática do homossexualismo.

“A destruição de Sodoma e Gomorra”, pintura do artista inglês John Martin (1852). Retrata a destruição das duas cidades castigadas por Deus, conforme registra o Gênesis, devido à prática do homossexualismo.

♦  Plinio Maria Solimeo

A homossexualidade é hoje apresentada pela mídia como coisa inteiramente natural, e aceita como tal por uma parte da sociedade. Todo o horror que, muito compreensivelmente, se tinha a esse tipo de pecado, praticamente desapareceu. Ele está sendo infelizmente aceito mesmo em certos ambientes católicos, com toda a naturalidade, mais ou menos como se se tratasse apenas de uma extravagância entre tantas outras de nosso tempo, que é preciso perdoar.

Isso chega ao ponto de alguns sacerdotes progressistas, vinculados à teologia da libertação, darem a Sagrada Comunhão a homossexuais declarados e tidos como tais.

Ora, com relação a esse vício, diz o Catecismo da Igreja Católica em sua atual versão, no número 2357: “Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves (103), a Tradição sempre declarou que ‘os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados’ (104). São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.”

O Catecismo de São Pio X vai mais longe. Seguindo a doutrina tradicional da Igreja, coloca-o entre os “Pecados que bradam ao céu e pedem a Deus por Vingança”. Eis o que ele consta: “Os pecados que bradam ao Céu e pedem vingança a Deus são quatro: 1º homicídio voluntário; 2º pecado impuro contra a natureza [ou sodomia]; 3º opressão dos pobres, principalmente órfãos e viúvas; 4º não pagar o salário a quem trabalha.”

Pergunta o referido Catecismo: “Por que se diz que estes pecados pedem vingança a Deus? Diz-se que estes pecados pedem vingança a Deus, porque o diz o Espírito Santo, e porque a sua malícia é tão grave e manifesta, que provoca o mesmo Deus a puni-los com os mais severos castigos.” (http://www.catolicismoromano.com.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=6959).

Já dizia São Paulo na sua primeira epístola aos Coríntios (6, 9-10): “Não vos enganeis: nem os fornicadores, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os que se dão à embriaguez, nem os maldizentes, nem os roubadores possuirão o reino de Deus.”

Por isso é que Deus Nosso Senhor fez cair fogo do céu para aniquilar as cidades de Sodoma e Gomorra, entregues a esse vício infame (Gen 19, 24-25): “Fez, pois, o Senhor da parte do Senhor chover sobre Sodoma e Gomorra enxofre e fogo do céu; e destruiu estas cidades, e todo o país em roda, todos os habitantes das cidades, e toda a verdura da terra.”

“A destruição de Sodoma e Gomorra”, pintura do artista inglês John Martin (1852). Retrata a destruição das duas cidades por castigo de Deus, conforme registra o Gênesis, devido à prática do homossexualismo.“Histórias de crianças!”, diriam muitos. Ora, é a ciência que vem comprovar mais uma vez a Sagrada Escritura. No encontro anual da American Schools of Oriental Research (Escola Americana de Pesquisa Oriental), em novembro passado, pesquisadores apresentaram uma teoria que vinham desenvolvendo desde 2015, segundo a qual evidências com pesquisas com radio-carbono indicam que um grupo de civilizações que floresceu numa área há cerca de 2.000 anos — aproximadamente em 1700 antes de Cristo —, desapareceu, restando somente fundações de pedras.

Mas o estudo não para aí. Analisando objetos de barro dessas comunidades, constataram que um calor extremo, de 1200 a 4000 graus centigrados — só comparados à temperatura da superfície do sol —, os transformou em poucos segundos em vidro, de acordo com análises dos cristais Zircon formados no processo.

“A destruição de Sodoma e Gomorra”, pintura do artista inglês John Martin (1852). Retrata a destruição das duas cidades por castigo de Deus, conforme registra o Gênesis, devido à prática do homossexualismo.Por outro lado, de acordo com dois desses arqueólogos, na explosão jorraram platina e lava incandescentes sobre a região, fato que os levou à conclusão de que a explosão fora provocada por um meteoro, porquanto a platina só é encontrada em suas mais altas concentrações em meteoros, e não terra.

Calculam os estudiosos que entre 40 e 60 mil pessoas que moravam na área foram aniquiladas, e cerca 500 quilômetros se tornaram inabitados durante 600 a 700 anos. Para eles, o solo da área foi arrasado, e o sal do Mar Morto, nas proximidades, espalhado por essa terra, destruindo a sua fertilidade. Indicam-no as escavações em Tallel-Hammam, que os arqueólogos acreditam ser a cidade de Sodoma, citada pelo Gênesis, uma vez que a data da explosão também coincide com o período citado nesse livro santo.

A Divina Providência permite assim, para utilidade dos incrédulos, que a ciência vá aos poucos desvendando acontecimentos antes conhecidos só pelas Sagradas Escrituras.

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Fonte: https://onepeterfive.com/that-feeling-when-scientists-say-sodom-and-gomorrha-were-destroyed-by-fire-from-the-sky/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Onepeterfive+%28OnePeterFive%29

1 comentário para Sodoma e Gomorra realmente existiram?

  1. Luiz Guilherme Winther de Castro Responder

    5 de janeiro de 2019 à 14:39

    Na década de sessenta do século passado, foi lançado um livro com o título “E a Bíblia Tinha Razão”, não lembro o autor no momento. Mostrava fatos bíblicos cuja autenticidade vinha sendo provada. De lá para cá, outras pesquisas vêm descobrindo fatos novos. Muito bom isso e nos faz pensar que a mão de Deus se faz presente!

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