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Um incêndio na Igreja iniciado há meio-século

Nefasto complô contra a Religião Católica, com o objetivo de comunistizar a igreja, foi denunciado pela revista Catolicismo

Fonte: Catolicismo, Nº 819, Março/2019

Não sem razão, membros do governo brasileiro vêm manifestando preocupação a respeito do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, a ser realizado em Roma em outubro próximo. O chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno, afirmou: “A preocupação com o Sínodo é real, porque algumas pautas são de interesse da segurança nacional. […] Quem cuida da Amazônia brasileira é o Brasil, não tem que ter palpite de ONG estrangeira, de chefe de Estado estrangeiro”. Noticiou “O Estado de S. Paulo” (10-2-19) que o Palácio do Planalto deseja conter o avanço de “setores da Igreja aliados a movimentos sociais e a partidos de esquerda, o chamado ‘clero progressista’. […] Na avaliação da equipe do Presidente, a Igreja é uma tradicional aliada do PT”.

Tal preocupação com a “esquerda católica” não é recente. Há 50 anos, o fundador da TFP brasileira, Plinio Corrêa de Oliveira, denunciou os erros comunistas infiltrados sorrateiramente na Igreja: um gigantesco complô articulado por organizações ocultas (IDO-C e “grupos proféticos”) no interior de associações católicas, a fim de manipulá-las em favor do avanço comunista. Sua atuação visava conquistar adeptos, tomar os postos de mando, provocar subversão na Igreja e eliminar seus aspectos sobrenaturais e esplendorosos, implantando uma igreja-nova progressista, profana, miserabilista. Ou seja, uma anti-Igreja aggiornata, desprovida das desigualdades sacrais estabelecidas por Deus.

         A revista Catolicismo foi o órgão escolhido para desmascarar aquele complô comuno-progressista dentro da Igreja. Em edição dupla de abril-maio de 1969 (nºs 220-221), largamente divulgada em todo o território nacional, a revista analisou documentos dos próprios grupos ocultos e denunciou essa trama.

A matéria principal da revista Catolicismo deste mês [capa acima] rememora aquela corajosa denúncia. Se ela tivesse sido levada a sério pela Hierarquia eclesiástica, a Igreja certamente teria se livrado de muitos aspectos da atual crise, e de não poucos escândalos envolvendo eclesiásticos.

No entanto, pode-se facilmente constatar que a sinistra conspiração continua a espalhar seus erros contrários à Religião Católica, desfigurando-a cada dia com sua ação deletéria, dessacralizando-a pela pregação de uma moral nova adaptada ao “modernismo” condenado pelo Papa São Pio X, e deixando-a bem ao gosto da mentalidade ateísta e comunista. Em suma, procura erguer em seu lugar uma Igreja que não é Mestra da verdade, não é guia do homem, mas guiada por ele — uma espécie de república espiritual populista e ecumenista

         No mesmo sentido da crise nas fileiras católicas, o leitor encontra duas outras matérias na mesma edição: o “Destaque” (com um artigo de Dom Athanasius Schneider) e “Reparação” (com um artigo de Luis Sérgio Solimeo).

Esperamos que todos possam adquirir tal edição — caso não sejam assinantes de Catolicismo — e que tenham uma proveitosa leitura. Pedimos orações para que Deus ponha termo a essa situação tão dolorosa que, se não tivéssemos a infalível promessa de que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja, muitos a julgariam agonizante.

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Para assinar a revista Catolicismo, peça informações enviando um e-mail para catolicismo@terra.com.br

1 comentário para Um incêndio na Igreja iniciado há meio-século

  1. Luiz Guilherme Winther de Castro Responder

    12 de março de 2019 à 20:04

    Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará.
    Não foi a Virgem de Fátima quem proferiu tais palavras?
    Portanto, esperemos e tenhamos fé nas palavras proferidas pela mãe de Jesus Cristo.
    Mesmo que alguém não seja católico ou cristão de qualquer igreja, é preciso que todos tenham a esperança de ver o Brasil livre da “idolatria comunista”.

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