Civilizações perdidas na floresta amazônica

Reportagem da descoberta da Universidade de Exeter

O mito da vida ideal dos índios no primitivismo amazônico, sem ‘intoxicações’ culturais, é um blefe de teólogos e utopistas anarco-comunistas da Europa.

Com satélites, drones e helicópteros, cientistas da Universidade de Exeter acharam vestígios de 1.300 cidades na floresta tropical amazônica, anteriores aos missionários e civilizadores. Eram civilizações de milhões de habitantes, que outrora desmataram e trabalharam intensamente essa selva.

A National Geographic Society julga ser preciso abandonar a ideia da Amazônia povoada por tribos nômades vagueando numa selva virgem. Para o Wall Street Journal, diante das provas, o ambientalismo deve abandonar as velhas crendices de uma Amazônia intocada pela civilização. ‘Deveria’ – dizemos nós, se os envolvidos fossem outros…