
Em março, o porta-aviões nuclear francês foi enviado para a área mediterrânea de combate com o Irã, aliado de Moscou.
O general Fabien Mandon, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas da França, vinha alertando para as novas armas da Rússia e a possível retomada dos testes nucleares pelos EUA.
Parece-lhe “preocupante o clima em torno das questões nucleares”, apontando para “um nível de retórica e agressividade […] que é bastante excepcional”, registrou o jornal Le Figaro.