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Considerações para a Semana Santa

Paulo Corrêa de Brito Filho

 

Agencia Boa Imprensa         Seguindo a tradição, a revista Catolicismo deste mês estampa matéria dedicada à Sagrada Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo [ao lado foto da capa]. O artigo principal, de autoria do engenheiro Adolpho Lindenberg, versa sobre aspectos de grande atualidade para os homens que vivem em nossa civilização neopagnizada e ex-cristã.

Além da atualidade, a perspectiva em que a matéria é apresentada é de suma importância, além de pouco usual. O autor ressalta pontos de vista que entram em choque com a mentalidade de ateísmo prático e de hedonismo, tendente ao reles, ao chulo, à desordem em todos os campos, avessa a tudo quanto é transcendente e elevado.

Nessa progressão espantosa rumo ao feio, à sujeira, à revolta total, ao não-ser, naturalmente as manifestações do demônio vão se tornando cada vez mais frequentes.

Em situação tão grave, o que é mais necessário e premente para um católico meditar durante a Semana Santa? O artigo propõe que se aprofundem certas considerações-chave para o progresso espiritual e a auto-defesa. Reflexões que provavelmente não serão sugeridas ou facilitadas na generalidade dos meios católicos atuais, muitos deles infectados pelo “progressismo” que penetrou em larga medida nos ambientes da Santa Igreja.

Uma consideração-chave é — entre tantas outras — a honra, palavra pouco conhecida e praticamente ausente no dia-a-dia de nossos contemporâneos como também o era dos romanos e judeus que condenaram e sacrificaram o Deus humanado. Entretanto, apesar de rejeitado, escarnecido e supliciado entre dois ladrões, quanta honra, quanta dignidade manteve o Redentor em face de juízes iníquos e algozes!

Acentua muito a propósito o artigo que o homem honrado prefere a morte à desonra. Os perseguidores e algozes do Homem-Deus receberam certamente graças para reconhecer sua honra e majestade — como sucedeu com o bom ladrão, São Dimas —, mas recusaram-nas duramente. A sublimidade da face divina do Salvador, os algozes a viram; puderam contemplar a doçura e infinitude que transparecia em seus olhos — abertos e não fechados, como se observa no Santo Sudário de Turim. Mesmo assim O rejeitaram!

Encerro com uma consideração de especial importância: a Mater Dolorosa — a única criatura que teve uma correspondência integral à graça em todos os momentos da Paixão. É incomensurável o significado profundo dos olhares que o Filho bem-amado trocou do alto da Cruz com sua extremosa Mãe. Nessa ocasião, pode-se imaginar que Ele a viu como Medianeira de todas as graças e Corredentora!

Os leitores podem tomar conhecimento da íntegra do referido artigo no site da revista: www.catolicismo.com.br. Assim, perceberão que a clave das considerações é a mais indicada para a meditação que um fiel católico deste século pode oferecer a Deus.

 

 

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