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Dom Chaput, arcebispo de Philadelphia, recusa no Sínodo a ideia de Igrejas nacionais

Mathias von Gersdorff

Charles ChaputRoma, 12 de outubro de 2015 – Dom Charles Chaput, arcebispo de Philadelphia, EUA [foto], exprimiu uma clara recusa à ideia de que decisões a respeito do dogma e do magistério sejam tomadas em âmbito local.

Especialmente a delegação alemã vem insistindo em mais independência nas decisões de assuntos como, por exemplo, a admissão à comunhão de divorciados recasados, as quais deveriam ser tomadas em âmbito local, ou seja, na esfera de competência das conferências episcopais.

“Estamos vivendo numa época de grandes mudanças globais, dominada pela confusão e pelo desconcerto. Precisamos com urgência de unidade e o grande perigo para nós é a fragmentação”, afirmou Dom Chaput em uma sessão do Sínodo.

O arcebispo de Philadelphia aconselha aos Padres Sinodais: “Nos próximos dias deveremos meditar sobre a grande utilidade e importância da unidade. Devemos ser cônscios do que significa a desunião em assuntos fundamentais.”

O Arcebispo apontou ainda para a necessidade de uma linguagem clara: “A linguagem imprecisa conduz a um pensamento confuso.”

A delegação alemã está fazendo uma verdadeira campanha no Sínodo para que as conferências episcopais possam decidir sobre temas importantes como, por exemplo, a admissão de divorciados recasados à comunhão.

Do mesmo modo, grupos como o Comitê Central dos Católicos Alemães (ZdK), a Aliança da Juventude Católica Alemã (BDKJ) e outros querem mais independência de Roma e da Igreja universal.

Em face da desoladora situação teológica na Alemanha, fica claro para onde mais independência levaria: para uma igreja nacional cismática.

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Tradução do original alemão por Renato Vasconcelos

4 comentários para Dom Chaput, arcebispo de Philadelphia, recusa no Sínodo a ideia de Igrejas nacionais

  1. Jorge Luiz Ferreira Gonçalves Alho Responder

    14 de outubro de 2015 à 14:00

    Muitos dos católicos que amam verdadeiramente a Igreja, o fazem especialmente pela sua doutrina e, ainda, pelos seus dogmas, consolidados pela sua unidade. Que Deus de vida longa e a graça da perseverança a Dom Chaput, arcebispo de Philadelphia e a todos os que, tal como ele, lutam em favor da Igreja de Deus.

  2. Fernando Lopes de Almeida Soares Responder

    15 de outubro de 2015 à 13:03

    *

    Viva dom Chaput,
    o ultramontano arcebispo
    da Filadélfia, uai?

    – FLASh

  3. Ely Responder

    2 de agosto de 2016 à 7:32

    Se houver a aceitação então porque a existência do Papa para conduzir a Barca se este não vai ditar nenhuma norma. Igrejas Nacionais é um absurdo. Melhor cada fiel escolher as Igrejas Luteranas, Presbesterianas; Bispo Macedo e outros que irão fazer as fazes de Papas porque o nosso caso isso ocorrer já perderá a autoridade dada por Jesus à Pedro. Caso ocorrer o nosso Papa estará morto socialmente, religiosamente, judicialmente, moralmente,etc…

  4. Ely Responder

    14 de Janeiro de 2017 à 19:33

    O que está ocorrendo é a desobediência geral do Evangelho. Sobre a comunhão dos recasados não deverá ocorrer porque estaria traindo o próprio Jesus a exemplo de Marcos 101-10)./O Código Canônico sempre aceitou a nulidade do matrimônio e se estes não buscaram é porque não faz questão de regularizar mas no entanto o fazem quando casado civilmente.Da forma que está sendo encaminhado a Igreja Católica acho que está virando uma verdadeira Babel onde seus integrantes não querem fazer o que Jesus determina e sim o que o humano quer, o que é um absurdo.Melhor fazer o que Lutero fez deixou a Igreja embora tenha morrido Sacerdote. Que assim façam os desobedientes, abandone a Igreja Católica e vão viver a sua vida em pecadose assim quiserem, mas não podem em hipótese alguma fazer com que os fiéis deixem a Igreja Católica, a única fundada por Cristo. Outro ponto é que a Igreja, inclusive as autoridades (cardeais, Papa,etc..)estão mudando de posição e aplicando as normas civis em normas canônicas. Porque então Jesus disse: Dar a Deus o que é de Deus e ao homem o que é do homem.O Sagrado está deixando de ser Sagrado para ser sagrado humano.

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