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Gramática feminista: “perigo mortal” para a cultura

Academia Francesa, fundada por Richelieu (1635), sob o reinado de Luís XIII

Academia Francesa, fundada por Richelieu (1635), sob o reinado de Luís XIII

A Academia Francesa repudiou como bárbara a “linguagem igualitária” ou “linguagem inclusiva”, novo campo de batalha das feministas. Para os brasileiros terem uma ideia do que isso significa, imagine-se um exemplo na nossa língua: ao invés de usar a expressão consagrada “dar nome aos bois”, seria preciso acrescentar “… e às vacas”. Os “imortais” da Academia alertaram que “diante dessa aberração inclusiva, a língua francesa se encontra em perigo mortal”. Políticos e intelectuais de esquerda tentam incluir essa linguagem na requintada língua francesa. A resistência do público é ferrenha e majoritária. A escritora Catherine Millet explicou: “Tentei pronunciar algumas palavras, e é infernal”. O ministro da Educação alega que “fragmenta as palavras” e “machuca a língua”.

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