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Sem-terras e carros milionários

Paulo Henrique Chaves

Tribunal de Contas da União

O TCU (Tribunal de Contas da União) determinou ao Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) a imediata paralisação do programa de reforma agrária no País.

O programa atinge hoje 1,5 milhão de famílias e, pela decisão do órgão, não poderão ser mais cadastrados ou assentados novos beneficiários.

Na prática, o programa já está paralisado por falta de dinheiro, conforme mostrou reportagem da “Folha de S. Paulo” do mês passado.

De acordo com o TCU, sem a medida cautelar de interrupção de novos cadastros, o País poderia ter um prejuízo de R$ 2,5 bilhões até 2018.

A medida foi tomada após o tribunal identificar mais de 578 mil beneficiários irregulares do programa do governo federal, ao cruzar a base de dados do Incra com outros bancos de dados.

Entre as irregularidades na relação de beneficiários, foram identificados 1.017 políticos. Há também 61.965 empresários, 144.621 servidores públicos e 37.997 pessoas falecidas. Essas pessoas, pelas regras, não teriam direito aos lotes distribuídos no programa.

A auditoria revelou ainda que 19.393 dos cadastrados são donos de veículos de luxo, de marcas como Porsche, Land Rover e Volvo.

“O programa não está sendo efetivo ao permitir que indivíduos que não estão no público-alvo do PNRA [Programa Nacional de Reforma Agrária] ocupem o lugar do público esperado”, afirma o relator do caso, ministro Augusto Sherman.

Em sua defesa, o Incra informou ao TCU que já vinha fazendo cruzamentos para identificar problemas no cadastro, tendo retirado da lista 38 mil famílias que estavam irregulares.

Mas, segundo o órgão, as medidas estavam sendo tomadas de forma morosa, não se mostraram suficientes e havia risco de cadastramento de novos beneficiários irregulares.

4 comentários para Sem-terras e carros milionários

  1. MARIO HECKSHER Responder

    17 de junho de 2016 à 10:49

    Este é o retrato dos programas, totalmente fora de controle, executados pelos governos petistas e por seus adeptos da chamada “base aliada”. Trata-se do resultado prático das fantasias do “socialismo bolivariano” aliado à corrupção endêmica em todos os níveis do poder. Enquanto esses absurdos não forem controlados, o Brasil permanecerá em um beco sem saída.

  2. Marcos Costa Responder

    17 de junho de 2016 à 17:56

    Muito oportuno. Bom começo de limpeza.
    Esperamos que venham tambem as puniçoes para os infratores.
    Costa Marque

  3. Pingback: PERU: ladrões com restos de fé | IPCO

  4. douglas howthorne ribas Responder

    18 de junho de 2016 à 23:39

    Arreeee !!!!!!!!! Eu pensei que o Brasil seria doado aos Sem Terras e aos Indios. Os sem terras são pessoas que não são do campo. Ou são políticos, falecidos, ou são desempregados nos grandes centros, que são aliciados por esse movimento “imoral” para tirar a terra de quem produz e dar para quem não sabe o que fazer com ela, a não ser vender seu lote por algumas moedas.

    Quanto aos índios para eu tanta terra. O índio não caça, não pesca. Ele compra seus alimentos em supermercados, e anda de veículos novos e possuem celular. Uma área pequena para eles manterem suas orígens tudo bem, mas doar milhares de hectares, para servir de interesse a organizações internacionais é muito preocupante. O exemplo de Roraima foi vergonhoso. Tiraram as terras de reais produtores e doaram para os índios. Pergunto: O que os índios estão fazendo com ela.
    A continuar essa bagunda, virão os Sem Casa, Sem Carros, Sem casas de veraneio, etc. etc.
    Parabéns a TCU – mantenha-se firme nesse propósito e nomeiem somente pessoas compromissadas com o Brasil para os cargos do INCRA

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