Cuba em queda livre no precipício socialista

Da usina elétrica que fornecia energia aos bairros pobres de Havana resta somente uma carcaça enferrujada, enquanto os apagões duram 14 ou 15 horas por dia.

As fábricas pararam. “A comida (quando há) estraga”. Os moradores cozinham na rua, queimando lenha ou lixo.

Os cartões de racionamento são inúteis, pois não há comida e os preços dos alimentos importados são exorbitantes.

A pensão mensal é de menos de R$ 35,00, mas uma caixa de 30 ovos custa R$ 40,00.

Para a gasolina, a espera é de três semanas.

Sem coleta de lixo, multiplicam-se as doenças. Remédios, só se vindos do exterior.

O turismo desapareceu e 2,75 milhões de cubanos deixaram o país desde 2020.