
Sem vocações, fechará as portas o famoso mosteiro de Compiègne, das carmelitas martirizadas pela Revolução Francesa.
Classificadas como “inimigas do povo”, elas deram suas vidas pela salvação da França.
Após receberem a bênção da priora e beijarem uma imagem de Nossa Senhora, as heroicas religiosas caminharam para a guilhotina cantando salmos, o Te Deum e o Veni Creator.
Muitos conventos se fecham hoje, atingidos pela “fumaça de Satanás” que penetrou na Igreja após o Concílio Vaticano II. As reformas progressistas ferem mais a Igreja do que as tétricas guilhotinas revolucionárias.