O agronegócio prospera, apesar do trauma pandêmico e dos ecologistas

Revista Catolicismo, Nº 837, Setembro/2020

A todo vapor, a agropecuária no Brasil atinge novos recordes e se consagra como celeiro do mundo, o que pareceria inverossímil devido ao coronavírus

Há uma agenda mundial dos ecologistas radicais para difamar o agronegócio no Brasil. Apesar dessa mobilização tendenciosa e desleal, nossa produção agropecuária continua de vento em popa. Malgrado os efeitos da atual pandemia, a safra de grãos 2019/2020 bateu novo recorde, atingindo 252 milhões de toneladas.

A inquisição ambiental dos ecologistas — verdes por fora, vermelhos por dentro — com o apoio inescrupuloso de certa mídia nacional e internacional, parece ter a intenção de impedir o sadio aproveitamento e desenvolvimento de nossas terras. Espalham boatos como o desaparecimento da floresta amazônica, debitando-o a incêndios e desmatamento generalizados, e nos atribuem a culpa pelo aquecimento global, nunca honestamente comprovado.

Qual o objetivo real dessa campanha difamatória? Seria útil para eles denegrir a imagem do Brasil no exterior e desvalorizar nossos produtos no mercado internacional? Estaria isso vinculado a alguma palavra de ordem ditatorial, com vistas ao ‘novo normal’ dentro da propalada e marxista ‘nova ordem mundial’? Qual a relação disso com a anunciada implantação da tecnologia 5G, que pode vir acompanhada de uma verdadeira tirania virtual?

Essas e outras candentes questões são desenvolvidas e esclarecidas na matéria de capa da revista Catolicismo deste mês [capa acima], redigida pelo Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, juntamente com três jornalistas colaboradores de Catolicismo. Os autores mostram, por exemplo, que o Brasil preserva 70% de suas florestas; que o agronegócio brasileiro planta em apenas 9% do território; a pecuária ocupa apenas outros 16%; com somente esses 25%, estamos alimentando 1,5 bilhão de pessoas no mundo inteiro, e logo passaremos a alimentar dois bilhões; e a produtividade do País tem aumentado sem ampliar significativamente a área cultivada.

Numa constatação fácil de entender, mas difícil de comprovar, o agronegócio brasileiro parece estar imune à ação do coronavírus. Não só por termos atingido novo recorde real — enquanto a indústria e o comércio estiveram paralisados pela pandemia —, mas também pelo provável índice de mortes menor que nas outras atividades produtivas, um dado que as estatísticas não apresentam, mas o bom senso indica.

Os esclarecimentos desse importante estudo clamam pela nossa gratidão a Deus, por nos ter favorecido com um território de dimensões continentais, tão fértil e tão rico. Nossa Terra de Santa Cruz caminha assim, de acordo com os planos e a proteção do Cristo Redentor, para se tornar uma potência não apenas material, mas sobretudo espiritual, influenciando o mundo agora e nos séculos futuros.

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