Hong Kong no pelourinho comunista

O Partido Comunista Chinês sancionou uma “lei de segurança nacional” contra a democracia e a liberdade em Hong Kong. Pequim ordenou a retirada dos escritos pró-democracia contidos em livros das escolas e das bibliotecas. As penas podem incluir prisão perpétua.

O líder Joshua Wong declarou: “Hong Kong entrou no reinado do terror, a cidade se tornará um estado policial secreto”. Em revide, Washington revogou o estatuto comercial de Hong Kong, cortou a exportação de armas e fala de uma concessão massiva da cidadania americana a hongcongueses.

O Canadá suspendeu o tratado de extradição e as exportações de material sensível; Taiwan criou um escritório para os fugitivos; a Austrália pretende acolher um milhão de refugiados; e o Reino Unido promete dar cidadania a três milhões.